“Reconhecemos que esses movimentos que se revestem da religião também têm complexas dimensões políticas, sociais e demográficas, às quais se deve prestar a devida atenção.
Ao mesmo tempo, a filosofia que impulsiona este movimento islâmico radical, no seu desprezo pela vida humana e por enxergar o mundo como uma luta de vida e morte entre crentes e não crentes (sejam eles muçulmanos não radicais, judeus, cristãos, hindus ou outros), claramente nega a dignidade de todas as pessoas e, ao fazer isso, trai a religião e rejeita o próprio fundamento da vida civilizada e a possibilidade de paz entre as nações.” (BLANKEHORN, David. Carta da América, O Estado de São Paulo, 17.fev.2002, cit. por Braick e Mota).
As ações referidas no texto e que “não distinguem entre crentes e não crentes” e atingem indiscriminadamente as pessoas são consideradas: