A descolonização da África foi tardia e relativamente controlada, pois as potências coloniais se anteciparam à radicalização dos protestos e puderam encaminhar as independências. Estudantes oriundos das elites locais foram enviados para estudos superiores nas metrópoles. A administração tornava-se paulatinamente africanizada e assessorada por técnicos europeus, enquanto a autonomia política era concedida progressivamente a uma burguesia nativa previamente cooptada.
(VISENTINI, P. G. F. Independência, marginalização e reafirmação da África (1957-2007). In: MACEDO, JR., org. Desvendando a história da África [online]. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008, p. 123.)
Essas considerações correspondem ao processo de descolonização dos seguintes países africanos, EXCETO: