Uma entidade previdenciária avalia a estratégia de investimentos de três planos com características distintas. No Plano X, o valor dos benefícios é previamente estabelecido segundo as regras do plano, e o desempenho dos investimentos influencia a necessidade de recursos destinados ao seu financiamento. No Plano Y, os benefícios programados decorrem do saldo acumulado nas contas dos participantes e da rentabilidade obtida durante o período de acumulação. No Plano Z, coexistem características das duas modalidades anteriores, com componentes sujeitos a diferentes formas de determinação dos benefícios. Ao definir a política de investimentos desses planos, a entidade deve considerar a forma pela qual os riscos e os resultados dos investimentos se relacionam com as respectivas obrigações previdenciárias.
Nesse contexto, é correto afirmar que