P. foi encaminhado ao serviço de psicologia da unidade de saúde apresentando um discurso delirante sobre riscos e ameaças à saúde; tinha convicção de que estava muito enfermo, porém, não existia prova clínica médica de quaisquer alterações; receava ter contraído uma doença crônico-degenerativa e apresentava grande sofrimento decorrente de sua percepção de risco e do fato de julgar que o médico não havia lhe dado a devida atenção.
Baseado em Fongaro e Sebastiani (1996), P. apresentava sintomas do delírio