Aos 60 anos de idade, a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF) se fez um dos mais importantes capítulos da história do Nordeste, permitindo que a região construísse as bases de uma economia sintonizada com o resto mais avançado do país. Se do Nordeste podemos dizer que é a região menos desenvolvida do país, seria inimaginável localizá-lo em um mapa de desenvolvimento econômico e social sem a monumental geradora, responsável por 10% da geração de energia e dona de 20% de toda a malha de transmissão em alta tensão no país. Daí a ilação inevitável: o que há de mais desenvolvido no Nordeste é uma dádiva da CHESF, assim como se costuma dizer que o Egito é uma dádiva do rio Nilo.
Jornal do Commercio (PE), 21/3/2008 (com adaptações).
Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.