Uma menina de 7 anos é levada pela mãe à Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixa de desenvolvimento bilateral das mamas há 4 meses, sem outros sinais puberais como pilosidade pubiana, aceleração de crescimento ou menstruação. A criança está assintomática, com bom apetite, sono preservado e desempenho escolar normal, sem histórico de exposição a hormônios exógenos ou traumas cranianos. Ao exame físico, apresenta telarca Tanner estágio 2, estatura na curva de crescimento esperada para idade (percentil 50), sem acne, odor axilar ou sinais de virilização. A mãe relata ansiedade sobre possível puberdade precoce.
Considerando o contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS, para telarca precoce isolado e não progressivo, qual é a conduta inicial mais apropriada?